Missa em Lagoa da Prata marca despedida do Padre Patriky

Publicado em: 2 outubro 2017
Bernadete Seixas

Padre Patriky é o coordenador de Pastoral e animador do Centro Missionário Dom Belchior e vigário paroquial na Paróquia Nossa Senhora da Luz, em Luz

Na noite de domingo, primeiro de outubro, na celebração das 19h30, na Igreja Matriz São Carlos Borromeu, padre Patriky Samuel Batista se despediu como pároco. Ele já está a frente como coordenador de Pastoral e animador do Centro Missionário Dom Belchior e será o novo vigário paroquial na Paróquia Nossa Senhora da Luz, em Luz.

Durante a celebração o padre recebeu várias homenagens e manifestações de carinho do povo de Lagoa da Prata. Padre Júlio César da Arquidiocese de Diamantina e filho da Paróquia São Carlos Borromeu esteve presente na missa.

Na missa das crianças, elas também homenagearam o padre.

Padre Patricky esteve à frente da Paróquia São Carlos como pároco durante quatro anos, e trabalhou ao lado dos padres: José Ferreira da Silva; Carlos César de Faria e Douglas Rodrigues Xavier.

No Facebook, ele se manifestou e agradeceu a todos pela acolhida no município. “Gratidão! Obrigado de coração pela acolhida e carinho que recebi de todos vocês ao longo destes quase 4 anos. Levo no coração o badalar dos carrilhões da matriz, a fervorosa fé de uma comunidade viva, dinâmica e acolhedora. Deus os abençoe e os faça muito feliz!”.

O padre

Patriky nasceu em 28 de abril de 1983 na cidade de Piumhi, região oeste de Minas Gerais, e batizado em Vila Costina, na microrregião de Pains.

Filho de José Sebastião Batista e Ana Maria da Silva Batista, Patriky tem três irmãos Priscila, Prismeury e Wesley. Com o acolhimento e carinho de católicos e de várias pessoas de diferentes religiões, ele é pároco em Lagoa da Prata desde 11 de janeiro de 2014.

“O povo de Lagoa da Prata é muito bom e acolhedor. Sinto me muito bem acolhido. Quando eu vim para cá eu até disse ao bispo que achava que não daria conta de fazer muita coisa diante de tantos desafios. Nessa hora Dom Félix me disse que o Povo de Deus só precisa de um pastor que lhe ame, cuide e conheça cada ovelha pelo nome. Sempre fui muito próximo das pessoas, desde criança. Penso que é o jeito de ser mesmo que atrai ou afasta as pessoas da gente.

Eu cresci no contexto de ver o outro como um irmão, amigo e não me sentir mais do que ninguém. Acho que esse carinho que as pessoas têm pelo pároco de São Carlos deve ser pelo modo de acolher e celebrar a fé. Ser fraterno faz parte da minha identidade. Gosto de chamar cada um pelo nome e saber um pouco de sua história”, destacou.

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