Missa da Unidade será nesta sexta-feira, 12, em Dores do Indaiá

Publicado em: 10 abril 2019
Bernadete Seixas

Na sexta-feira, 12 de abril, a Diocese de Luz celebrará às 19h00, no Santuário Nossa Senhora das Dores, em Dores do Indaiá, a Missa da Unidade, onde todo o clero estará presente.

O bispo diocesano Dom José Aristeu neste dia encontra-se na cidade realizando sua visita pastoral.

Você sabe o que é a Missa dos Santos Óleos?

Todos os anos as dioceses se reúnem em suas catedrais para a celebração da Missa do Crisma. Mas, você sabe qual o simbolismo desse momento para a Igreja?

Durante esta celebração, se abençoa o óleo dos catecúmenos e dos enfermos e se consagra o óleo do Santo Crisma, daí, a celebração ser também chamada de ‘Missa dos Santos Óleos’.

Após o término do rito, os padres voltam para suas comunidades levam a porção dos óleos para que possa ocorrer a prática dos sacramentos dos seus fiéis.

Nela também se renovam as promessas sacerdotais pronunciadas no dia da ordenação, sendo também chamada de ‘Missa da Unidade’, expressando a comunhão diocesana em torno do Mistério Pascal de Cristo, constituindo um momento forte de comunhão eclesial, de participação intensa das comunidades e de valorização dos sacramentos da vida da Igreja.

O bispo, se necessário, pode antecipar a celebração. Em algumas dioceses, ela é celebrada na Terça-feira Santa.

Entenda o significado dos óleos:

– Óleo dos Catecúmenos: Concede a força do Espírito Santo aqueles que serão batizados para que possam ser lutadores de Deus, ao lado de Cristo, contra o Espírito do mal.

– Óleo dos Enfermos: É um sinal utilizado pelo sacramento da Unção dos Enfermos, que traz o conforto e a força do Espírito Santo para o doente no momento de seu sofrimento. O doente é ungido na fronte e na palma das mãos.

– Óleo do Crisma: É um óleo utilizado nas unções consacratórias dos seguintes sacramentos: depois da imersão nas águas do batismo, o batizado é ungido na fronte; na Confirmação é o símbolo principal da consagração, também na fronte; depois da Ordenação Episcopal, sobre a cabeça do novo bispo; depois da ordenação sacerdotal, na palma das mãos do néo-sacerdote.

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