Ungido para evangelizar os pobres

“Ungido para evangelizar os pobres.” (Lc 4,18) Eis o lema de Dom José Aristeu. Durante a missa inaugural de seu ministério entre nós, nosso pastor afirmava: “Me comprometo de entregar minha vida, dando tudo de mim para estabelecermos uma forte comunhão afetiva, centrada em Jesus Cristo e não em motivos humanos para que esta comunhão seja também efetiva, fecunda e missionária, aquela fraternidade que Jesus Cristo pediu para que o mundo cresse Nele. Uma comunhão fraterna que seja sacramento, sinal e modelo da própria Igreja que é essencialmente comunhão e por isso também é missão. Sem fraternidade a missão cai pelo chão.

Tal compromisso de nosso pastor revelou-se em um dos seus primeiros gestos: visitar os padres, criando espaço para partilha da história pessoal e vocacional de cada um. Onde o Senhor os tomou pela mão? Onde a sarça do encontro ardeu em sua história? Quais as realidades que mais incomodam seu pastoreio? Quais as propostas para uma pastoral presbiteral? Quais as sugestões de como viver o nosso centenário? Foram estas as motivações para a partilha com o clero.

Falado dessa experiência inicial, no retiro do clero em julho de 2015, Dom Aristeu dizia: “Há uma riqueza por detrás do mistério de cada um. É preciso aprender a ver o outro a partir dos seus dons. Devemos viver uma fraternidade que não seja superficial. Ninguém escolheu ninguém. Fomos todos escolhidos por Deus para servirmos, como missionários da vida, o seu povo.

De agosto a setembro de 2015 as visitas aos padres e as paróquias foram acontecendo. Em outubro a pastoral presbiteral promoveu uma atualização do clero no horizonte do cuidado com o tema: “Presbítero, cuidai de vós mesmos” At 20,28. Foi um momento vivencial. Uma experiência de fraternidade, amor, cuidado e acolhimento. Era a continuidade dos primeiros passos da Pastoral Presbiteral da Diocese de Luz.

Tendo ouvido o clero, conhecendo as forças vivas e lideranças laicais, Dom Aristeu se propôs a dar continuidade às indicações da 3ª Assembleia Diocesana de Pastoral. Respeitando a pausa do ano da graça, o projeto de Evangelização “Igreja viva, comunidade dos discípulos em missão”, deu lugar ao Projeto de Evangelização “Caminhamos na estrada de Jesus”.

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