04 de agosto – Dia do Padre e memória de São João Maria Vianney

Publicado em: 4 agosto 2021
Halph Carvalho

“A vocação sacerdotal é um presente que Deus dá a alguns para o bem de todos” Papa Francisco

Pelas mãos do sacerdote somos batizados e ingressamos no Corpo de Cristo, que é a santa Igreja Católica; pelas mãos sacerdotais acontece o mais sublime mistério, o milagre da transubstanciação que alimenta nosso corpo e nossa alma; graças ao ministério sacerdotal temos acesso ao perdão das nossas culpas e alcançamos o estado de graça. O sacerdote é para a comunidade eclesial o próprio Cristo, pois se entrega por inteiro ao serviço do pastoreio e abre para os fiéis a porta dos sacramentos.

Neste 04 de agosto celebramos o dia do padre, pois nessa data celebra-se a memória de São João Maria Vianney. Falecido em 04 de agosto de 1859, o sacerdote João Vianney foi canonizado em 1925 pelo Papa Pio XI, que o proclamou, em 1929, “padroeiro dos párocos do mundo”.

Conhecido como o “Cura de Ars”, São João Maria Vianney nasceu no final do século XVIII, em 1786, em uma cidade francesa chamada Dardilly, perto de Lyon. Nascido em uma família de camponeses, João Vianney era um jovem de pensamento rude que começou a ler e a escrever já com 18 anos de idade.

Devido à sua dificuldade com os estudos, João Vianney não acompanhava intelectualmente as exigências da formação do seminário. No entanto, o jovem seminarista percebeu desde cedo sua vocação, dedicando-se sempre às penitências e as orações, buscando ter mais intimidade com Jesus Cristo e o serviço a Nossa Senhora.

Ao ser ordenado sacerdote, São João Maria Vianney foi enviado pelo bispo a uma pequena aldeia chamada “Arns”, para ajudar o pároco local. A comunidade era um lugar quase pagão, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias.

Com o Rosário na mão, o joelho sempre dobrado diante de Jesus Sacramentado e uma grande sede pela salvação de todos, o padre João Vianney inicia o exercício de atender em confissão o povo daquela comunidade. Aos poucos o religioso foi catequizando aquelas pessoas e trazendo o sacramento de cura – Penitência – para quem o procurasse. Há relatos que afirmam que o grande confessor chegava a permanecer 18 horas no confessionário atendendo os penitentes.

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