A Festa da Misericórdia | 2º Domingo da Páscoa

A Festa da Misericórdia foi instituída pelo Santo Padre, o Papa João Paulo II, em 23 de maio de 2000, a pedido do próprio Senhor à Santa Faustina Kowalska: “Comecei uma novena na intenção de certos sacerdotes, para que Deus lhes conceda luz e inspiração, para que se esforcem por conseguir a aprovação dessa Festa e para que o Espírito Divino inspire o Santo Padre em toda essa ­questão.” (D.1041)


O anúncio se deu durante a canonização da Irmã Faustina, no dia 30 de abril de 2000, ficando estabelecido que o 2º domingo da Páscoa é o Domingo da Misericórdia. Na liturgia deste mesmo domingo a Igreja celebra o Sacramento da Reconcili­ação. “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos” (Evangelho de São João 20,19-31).
Aqueles que participam deste Sacramento experimentam a misericórdia que perdoa e apaga nossos pecados.


Minha filha, olha para o abismo da minha misericórdia e dá a esta misericórdia louvor e glória. Faz-o da seguinte maneira: reúne todos os pecadores do mundo inteiro e mergulha-os no abismo da minha misericórdia. Minha filha, quero entregar-Me às almas, desejo as almas. Na minha festa, na Festa da Misericórdia, percorrerás o mundo inteiro e trarás as almas que desfalecem à fonte da minha misericórdia. Eu as curarei e fortalecerei.” (D. 206 ). Assim é a promessa do Deus misericordioso à humanidade.

Na Canção Nova, a Festa da Divina Misericórdia é celebrada desde o ano de 2002. E nesta mesma festa, o Fundador da Comunidade Canção Nova -Mons. Jonas Abib – recebeu a inspiração para a construção do Santuário dedicado à Misericórdia Divina:


Meus olhos estarão abertos e os ouvidos atentos à oração feita neste lugar. Pois agora escolhi e santifiquei esta casa dedicada a meu nome para sempre. Meus olhos e meu coração estarão nela todo o tempo (cf. 2Cr 7,15-16). Logo cedo, no dia da Festa da Divina Misericórdia, segundo Domingo da Páscoa, o Senhor me deu essa palavra e a foi trabalhando em mim. Eu estava em Araras (SP), dando um encontro PHN (Por Hoje Não vou mais pecar), quando vi que a Canção Nova estava repleta por uma multidão. Assim, reconheci a confirmação dessa Palavra. Durante todo o dia, essa realidade foi tomando conta de mim e, quando celebrei a Missa, encerrando a Festa da Misericórdia, fui movido a proclamar essa palavra e, mais uma vez, consagrar a Canção Nova, para que fosse o ‘lugar da Divina Misericórdia’, onde Jesus pudesse exercer toda a extensão da Sua Misericórdia e onde as pessoas pudessem, com confiança, trazer todas as suas misérias e aí serem atendidas. Entreguei a Deus a Canção Nova para ser o lugar da misericórdia e da confiança em Deus. Retirei-me por três dias na nossa casa em Queluz (SP). Lá, eu li tudo o que Jesus e Nossa Senhora falaram a Santa Faustina Kowalska, e ela deixou por escrito em seu diário. A certeza que fica em mim é a de que não apenas construamos, na Canção Nova, em Cachoeira Paulista (SP), o Santuário da Divina Misericórdia, um Santuário grande e acolhedor, cujas dimensões mostrem a ilimitada vontade do coração de Jesus de receber nele uma multidão de filhos de Seu Pai, especialmente os mais pecadores, os mais miseráveis e desesperados, os que não têm mais com quem contar, a não ser a Divina Misericórdia. Mas vejo que a vontade de Deus vai além: Ele quer que a Canção Nova toda seja o Grande Santuário da Divina Misericórdia. Sim, a Canção Nova será o Grande Santuário!”  (Trecho extraído do documento interno intitulado “Nossos Documentos”).

Há já dois anos, o Santuário do Pai das Misericórdias foi construído e muitas pessoas têm feito uma experiência com esta misericórdia.
Vivemos no Tempo da Misericórdia, por isso deixemo-nos ser alcançados pela Misericórdia de Deus!

 

Pai das Misericórdias e Deus de toda consolação, ouvi-nos!

Fonte. Portal Canção Nova

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